Insônia tem um quê de solidão
O olho não para, a mente não dorme
Mesmo com tanta inquietação
É só. Sozinha que se está
Tudo dorme - ou pelo menos deveria
Só nos sobra o vazio.
Escrever é a única saída
Uma música para inspirar e todo o resto pra pensar
A noite inteira amargando a hora do despertar
O dia seguinte promete
Logo cedo batente, buzina, tédio
O remédio?
Não tem remédio.
Chegar em casa aos cacos
Se envolver entre cama e cobertores
Enfim, dormitar.
Por Carol Sousa
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