quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Noite em branco

Insônia tem um quê de solidão
O olho não para, a mente não dorme
Mesmo com tanta inquietação
É só. Sozinha que se está

Tudo dorme - ou pelo menos deveria
Só nos sobra o vazio.
Escrever é a única saída
Uma música para inspirar e todo o resto pra pensar

A noite inteira amargando a hora do despertar
O dia seguinte promete
Logo cedo batente, buzina, tédio
O remédio?

Não tem remédio.
Chegar em casa aos cacos
Se envolver entre cama e cobertores
Enfim, dormitar.

Por Carol Sousa

Nenhum comentário: